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A Criatividade no Centro do Futuro do Trabalho

Na próxima semana, líderes políticos, CEOs, formuladores de políticas públicas e organizações globais se reúnem em Davos para mais uma edição do World Economic Forum. No centro das discussões estarão temas recorrentes dos últimos anos: inteligência artificial, produtividade, transição de habilidades, desigualdade, sustentabilidade e o futuro do trabalho. Desde 2016, os relatórios Future of Jobs…
Press Room • 19 de enero de 2026

Na próxima semana, líderes políticos, CEOs, formuladores de políticas públicas e organizações globais se reúnem em Davos para mais uma edição do World Economic Forum. No centro das discussões estarão temas recorrentes dos últimos anos: inteligência artificial, produtividade, transição de habilidades, desigualdade, sustentabilidade e o futuro do trabalho.

Desde 2016, os relatórios Future of Jobs do World Economic Forum acompanham a evolução das habilidades mais relevantes para o trabalho. Ao longo desse período, a criatividade percorre um caminho claro de evolução

Em 2018, ela aparece pela primeira vez entre as dez habilidades mais importantes do futuro, descrita como criatividade, originalidade e iniciativa. Naquele momento, o sinal era evidente: pensar de forma diferente começava a ser reconhecido como um ativo econômico.

Em 2020, a criatividade sobe no ranking e passa a ocupar o Top 5 das habilidades essenciais para 2025, associada diretamente à capacidade de agir, tomar iniciativa e liderar em contextos de incerteza.

A criatividade deixa, então, de ser apenas expressão individual e passa a ser entendida como competência aplicada ao trabalho real.


Criatividade e liderança: uma convergência inevitável

À medida que o trabalho se torna mais complexo, os relatórios do World Economic Forum mostram algo fundamental: criatividade e liderança convergem.

A criatividade aparece consistentemente associada a habilidades como liderança, influência social, autogestão, colaboração e trabalho com pessoas. Isso indica uma mudança profunda no próprio conceito de liderança.

Hoje, liderar não é apenas executar planos conhecidos.
Liderar é interpretar contextos, lidar com ambiguidade, mobilizar pessoas e construir caminhos inéditos.

E isso exige criatividade.


2023: criatividade no núcleo do trabalho humano

No Future of Jobs Report 2023, a criatividade atinge um novo patamar. Creative Thinking passa a ocupar a segunda posição entre as habilidades centrais do trabalho humano, superando diversas competências técnicas e operacionais.

O motivo é claro: conforme máquinas assumem tarefas repetitivas, analíticas e previsíveis, o valor humano se desloca para aquilo que não pode ser automatizado, a capacidade de imaginar, conectar, interpretar e criar sentido.

Não por acaso, o relatório indica que a criatividade é também a habilidade que mais cresce em importância até 2027, citada por mais de 70% das empresas globais.


Criatividade como resposta à automação e à inteligência artificial

Os relatórios são explícitos ao apontar um paradoxo decisivo do nosso tempo: quanto mais tecnologia, maior a necessidade de criatividade humana.

À medida que a automação e a inteligência artificial avançam, cresce a demanda por profissionais capazes de integrar tecnologia e contexto humano, transformar dados em decisões, criar soluções inéditas para problemas complexos e liderar mudanças culturais e organizacionais.

Criatividade, nesse cenário, não se opõe à tecnologia.
Ela é aquilo que dá direção, propósito e valor ao uso da tecnologia.


2025 e além: criatividade como infraestrutura permanente

No relatório mais recente, de 2025, a criatividade se consolida definitivamente como uma das cinco principais habilidades centrais do presente, com projeção de crescimento contínuo até 2030.

Ela aparece como competência transversal, relevante para setores como educação, saúde, indústria, tecnologia e serviços profissionais.

A mensagem é inequívoca: criatividade não é uma tendência passageira. É infraestrutura permanente do futuro do trabalho.


Por que o Creative Leadership Program começa agora

É exatamente diante desse cenário, debatido em Davos e evidenciado por dados globais, que começa nesta semana o Creative Leadership Program.

O programa não nasce como mais um curso sobre criatividade, mas como um espaço de formação para líderes capazes de transformar criatividade em impacto real, impacto econômico, social, cultural e humano.

Em paralelo a esse debate global, e não por coincidência, começa nesta semana uma nova edição do Creative Leadership Program, promovido pela World Creativity Organization.

Ao longo da jornada, os participantes são convidados a desenvolver liderança criativa aplicada, visão sistêmica, capacidade de mobilização e, sobretudo, responsabilidade pelo valor que a criatividade gera no mundo real.

O Creative Leadership Program se propõe a desenvolver na prática: lideranças capazes de transformar criatividade em valor real em um mundo cada vez mais complexo e automatizado.


Um convite ao nosso tempo

Enquanto o mundo discute os rumos do trabalho e da economia global, a World Creativity Organization entrega para seus alunos e parceiros a resposta para Davos.

Não apenas refletir sobre o futuro, mas aprender a liderá-lo com criatividade, consciência e impacto.

O mundo já reconheceu a importância da criatividade.
A World Creativity Organization está formando os líderes capazes de transformá-la em ação.

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